Provavelmente
todos nós já ouvimos falar sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis. Sabemos
que é um problema para a sociedade e por isso devemos sempre estar atentos,
pois nesse tempo onde há muita informação não podemos dar chance para essas
doenças. Mas mesmo com tanta informação é difícil orientar sobre as DSTs, pois
ainda há pais e outros despreparados para trabalhar com esse assunto. Não
devemos jamais nos enganar, pois qualquer um está sujeito a contrair uma DST,
sendo rico ou pobre, solteiro ou casado, jovem ou adulto.
As DSTs
podem ser causadas por vírus, bactérias ou até mesmo parasitas. Podem ser
transmitidas por relações anais, vaginais e orais sem uso de proteção. Normalmente
se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Algumas
podem não apresentar sintomas no começo, tanto em homens quanto mulheres. Ao
contrário do que muitos pensam, as DSTs são graves e quando não tratadas podem
causar disfunções sexuais, esterilidade, aborto, nascimento de bebês prematuros
com problemas de saúde, deficiência física ou mental, alguns tipos de câncer e
até morte. Além disso, uma pessoa portadora de DST tem mais chance de contrair
outras DSTs, como a Aids. Por isso quando for feito sexo sem camisinha, deve
ser procurado um serviço de saúde.
Ainda
existem muitos tabus em torno desse tema e pessoas com vergonha de terem DST,
não procurando tratamento ou se automedicando, alguns nem avisam seus
parceiros, fazendo com que as DSTs se alastrem ainda mais. Para interromper a
transmissão e evitar a reinfecção, é fundamental que as pessoas sejam testadas
e tratadas com orientações de um profissional da saúde, e que alertem seus
parceiros sempre que uma DST for diagnosticada. Não aceite sugestões de amigos
ou parentes sobre “aquele remedinho que funciona para isso”, se tiver algum
sintoma de DST procure um profissional. Visitas periódicas ao médico facilitam
os diagnósticos, e quanto mais cedo a doença for descoberta melhor. E isso vale
para homens e mulheres.
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